OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA DEVE SER COMBATIDA

MAMÃE OBESA PRECISA DE CUIDADOS

5 de julho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS FISICOS, NUTRIÇÃO E TRATAMENTO DE SOBREPESO


(OBESIDADE, OBESIDADE COM GORDURA INTRA-ABDOMINAL, OBESIDADE VISCERAL, OBESIDADE CENTRAL, GORDURA SUBCUTÂNEA E ATÉ A POUCA QUANTIDADE DE GORDURA MARROM QUE POSSUÍMOS QUE NÃO ENGORDA , É MUITO ENERGÉTICA, FAZ PERDER PESO, POR SER MAIS EFICIENTE NA TRANSFORMAÇÃO ENERGÉTICA QUE A GORDURA BRANCA, ENTRE OUTRAS) NA DISFUNÇÃO ERÉTIL E OS FATORES DE RISCO.


A disfunção erétil (DE) é uma doença multifatorial, que envolve fatores cardiovasculares, metabólicos e hormonais e chega a afetar mais de 100 milhões de homens em todo o mundo. A disfunção erétil (DE) tem-se demonstrado ser um precursor de doenças cardiovasculares (DCV), pois existem fatores de risco comuns, tais como: envelhecimento; hipertensão Arterial Sistêmica (HAS); Sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda, mas é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras); Alterações do próprio mecanismo de ereção. Evidências clínicas dos benefícios das modificações do estilo de vida, como dieta e atividade física, em relação à disfunção erétil (DE) são importantes. Foram publicadas evidências do impacto do envelhecimento, da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea insistido que o homem adulto possui pouca quantidade de gordura marrom que e altamente energética em comparação com qualquer outra substância energética produzida por nosso organismo, devemos comparar com os tipos de gordura energéticas que possuímos  o tecido adiposo é constituído basicamente por dois tipos celulares: 
O tecido adiposo unilocular (recebe este nome por acumular uma célula de gordura, o tecido adiposo é uma variedade especial de tecido conjuntivo no qual se encontra o predomínio de adipócitos, um tipo de célula que acumula gotículas de lipídios (gordura) em seu citoplasma (uma especie de substância viscosa intra celular). Localizado principalmente embaixo da pele, na chamada hipoderme, o tecido adiposo modela a superfície do corpo e ajuda no isolamento térmico do organismo. Além disso, tem a importante função de servir como depósito de energia: os triglicerídios acumulados nos adipócitos são usados para fornecer energia no intervalo entre as refeições constituído por adipócitos brancos ("white adipocytes"), e o tecido adiposo multilocular ou gordura marrom constituído por adipócitos pardos ("brown adipocytes") que é muito energética(a correr se deve ao pigmento de ferro), faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras) na disfunção erétil (DE) e doenças cardiovasculares (DCV), bem como novos dados de pesquisa, que ligam o sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda Está comprovada que a inatividade física tem um impacto negativo sobre a função erétil em homens com quadro de Síndrome Metabólica (sobrepeso, obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda ,principalmente por ser muito energética. 
A nível clínico está comprovado que a combinação de duas mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos e nutrição adequada, trás benefícios para a função erétil, por exemplo, por redução dos distúrbios metabólicos (marcadores inflamatórios, diminuição da resistência à insulina), diminuição do tecido adiposo e melhora da função vascular. Sabidamente, promover uma mudança no estilo de vida, porque trás benefícios significativos para a saúde vascular e função erétil, para uma população que está cada vez mais envelhecida e com mais sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras). 


AUTORES PROSPECTIVOS 

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como saber mais:
1.Qual a causa mais comum da disfunção erétil masculina... como saber mais...
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2.A psoríase pode interferir no relacionamento sexual... como saber mais.
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3.Quais os fatores que podem interferir na disfunção erétil de quem tem psoríase... como saber mais.
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Referências Bibliográficas:Hannan JL, Maio MT, Komolova M, Adams MA.: Departamento de Farmacologia e Toxicologia, Queen's University, Kingston, Ontário, Canadá; J Sex Med. 2009 Mar; 6 Suppl 3:254-61.





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7 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OS INDIVÍDUOS IDOSOS DE 75 A 95 ANOS OU ATÉ POUCO MAIS, QUANDO TÊM PARCEIRAS PODEM TER ATIVIDADE SEXUAL SAUDÁVEL.


Devido ao envelhecimento da população mundial, fez-se uma avaliação da atividade sexual de indivíduos dos 75 aos 95 anos, e mesmo num passado recente, pouco se ouviu falar nessa preocupação, avaliando-se a atividade sexual, preferência, desejo e satisfação de indivíduos de 75 a 95 anos de idade. Esta é uma área que realmente não tem sido avaliada de uma forma ampla. Até bem pouco tempo, pensava-se que o homem nesta faixa etária, não se preocupava mais com a atividade sexual e que ela não tinha relevância na vida do indivíduo nesta faixa etária. Foi feita uma avaliação com cerca de 3.200 indivíduos entre 75 a 95 anos de idade, mas não foram avaliados os que tinham idade acima de 95 anos, embora seja a fatia da população que mais cresce. Os resultados encontrados foram surpreendentes: os indivíduos que tinham atividade sexual pelo menos uma vez por ano na maioria se sentiam satisfeitos, gratificados, e tendiam a achar que era o que eles esperavam. Pouquíssimos indivíduos não estavam interessados em atividade sexual. As características que determinaram se eram ou não sexualmente ativos, como seria de se esperar, teve a ver com o fato de eles terem uma parceira com a qual conviviam e se eles e as parceiras eram saudáveis. Ser saudável sem atividade sexual e sem co-morbidade (doenças que acompanham) também foi extremamente importante. Também foram levados em consideração quais medicamentos que esses indivíduos estavam tomando. 
Após uma série de observações, descobriu-se que os únicos medicamentos que parecem reduzir a atividade sexual foram os beta-bloqueadores, o que não nos surpreende. Não houve impacto com os diuréticos, que é um medicamento que nós pensamos que poderia levar à disfunção sexual, mas não parece. Os anti depressivos foram associados com a falta de interesse em sexo, mas deve-se levar em consideração que os indivíduos que fazem uso de anti depressivos são depressivos, portanto o interesse pelo sexo pode ocorrer com pouca ou nenhuma freqüência. A freqüência da atividade sexual pode diminuir pelo menos 50% a 60% com o tempo, mas mesmo entre os indivíduos de 90 anos de idade ou pouco mais, ainda encontrou-se um maior percentual de indivíduos com interesse em atividade sexual do que o esperado. Havia parceiros que estava há mais de 40 anos juntos mantendo uma atividade sexual saudável. O mais importante nisso tudo é que devemos orientar os indivíduos mais velhos sobre os medicamentos que usam e orientá-los que a qualquer instante que queiram podem retomar sua atividade sexual saudável. 


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Como Saber Mais:
1. Mesmo num passado recente, pouco se ouviu falar nessa preocupação, avaliando-se a atividade sexual, preferência, desejo e satisfação de indivíduos de 75 a 95 anos de idade?
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2. Pouquíssimos indivíduos entre 75 a 95 anos de idade não estavam interessados em atividade sexual?
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3. Entre os indivíduos de 90 anos de idade ou pouco mais, ainda encontrou-se um maior percentual de indivíduos com interesse em atividade sexual do que o esperado?
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Referências Bibliográficas: Hyde Z, L Flicker, Hankey GJ, et al. A prevalência de atividade sexual e fatores associados em homens com idade entre 75-95 anos: um estudo de coorte. Ann Intern Med . 2010; 153:693-702.







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1 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: IMPOTÊNCIA OU DISFUNÇÃO ERÉTIL NÃO LEVA O HOMEM A IMPOTÊNCIA SEXUAL,


O TERMO LATINO IMPOTENCIA COEUNDI DESCREVE SIMPLESMENTE A INABILIDADE PARA INSERIR O PÊNIS NA VAGINA. ESTE TERMO, ATUALMENTE, TEM SIDO SUBSTITUÍDO POR OUTRO TERMO: DISFUNÇÃO ERÉTIL. : A ARTERIOSCLEROSE (ENDURECIMENTO DAS ARTÉRIAS), DERRAME CEREBRAL, FUMO, HIPERTENSÃO, PROBLEMAS CARDÍACOS E COLESTEROL ELEVADO SÃO FATORES QUE AFETAM A ENTRADA E A SAÍDA DO FLUXO DE SANGUE DO PÊNIS.


Cirurgia: Intervenções cirúrgicas do intestino grosso, do reto ou da próstata e tratamentos de radioterapia na área pélvica podem danificar os nervos e os vasos sanguíneos e causar problemas de disfunção erétil (hello).Problemas Vasculares: A arteriosclerose (endurecimento das artérias), derrame cerebral, fumo, hipertensão, problemas cardíacos e colesterol elevado são fatores que afetam a entrada e a saída do fluxo de sangue do pênis. A doença vascular é geralmente a causa mais comum da disfunção erétil. Doenças Nervosas: Os problemas neurológicos incluem: lesão da medula espinhal, esclerose múltipla e degeneração dos nervos, derivados do diabetes ou do excesso de álcool. Diabetes: O diabetes pode causar lesão dos nervos (neuropatia) e dos vasos sanguíneos (arteriosclerose) que levam o fluxo sanguíneo ao pênis.
Dois em cada três homens com diabetes podem sofrer de disfunção erétil. Doenças Crônicas: Ao ser diagnosticada uma doença crônica, consulte o seu médico e pergunte-lhe se esse problema pode afetar a sua saúde sexual. Problemas Hormonais: Baixos níveis de hormônio podem causar disfunção erétil. Efeitos Secundários dos Medicamentos: Existe uma vasta gama de medicamentos que podem originar problemas de Disfunção Erétil. Se estiver sendo medicado, e tiver problemas de ereção, pergunte ao seu médico sobre os possíveis efeitos secundários da medicação e quais as possíveis alternativas para solucionar o(s) problema(s).Um dos exemplos são os remédios contra a queda de cabelo. Fatores Relacionados com o Estilo de Vida. Álcool: A utilização excessiva (ainda que seja uma cerveja por dia) de bebidas alcoólicas pode reduzir imediatamente a capacidade de manter uma ereção satisfatória. A longo-prazo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode causar desequilíbrios hormonais constantemente. Fumo: O uso abundante e/ou por um grande período de cigarros, charutos, etc., pode levar o usuário à disfunção erétil. Segundo o Dr. Carlos Manuel de Carvalho (Vida Integral, maio de 1992, pg. 18), com base em publicações internacionais, o fumo é a principal causa de Disfunção Erétil. Isso ocorre pela diminuição da pressão sanguínea na região peniana. Um dos assuntos que mais incomodam os homens é a impotência sexual ou disfunção erétil, que não deve ser confundida com a infertilidade. São dois problemas diferentes. Contudo, ambos possuem tratamentos avançados e com grandes possibilidades de resolução. Enquanto o primeiro é causado quase que exclusivamente por questões emocionais dos homens, o segundo é ocasionado por fatores físicos presentes no homem, na mulher, ou mesmo em ambos. É sempre bom que se destaque estas diferenças pois, até hoje, muitos homens evitam procurar tratamentos para casos de infertilidade conjugal por achar que isto significa uma redução de sua virilidade, o que não é verdade. De acordo com estudo realizado nos Estados Unidos por E. D. Whitehead, que fez uma avaliação dos casos diagnosticados de impotência, um em cada 13 homens entre 20 e 39 anos é impotente. Este número aumenta com a idade, para aproximadamente um em cada 10 homens acima dos 50 anos. Este dado corresponde a dois milhões de homens somente no Reino Unido. Ao contrário do que muitos pensam, a disfunção erétil tem origem, em cerca de 90% dos casos, em causas emocionais, e não físicas. 
Os principais fatores apontados são estresse, problemas conjugais, ansiedade ou depressão, falta de atração pela parceira, culpa e repressões sexuais. O tipo de tratamento irá variar de acordo com o diagnóstico da causa. Se houver algum problema orgânico, como falta de testosterona, por exemplo, podem-se aplicar medicamentos para repor o hormônio. Em casos de disfunções de origem vascular ou neurológica, é possível até mesmo indicar cirurgia ou colocação de prótese. Contudo, estas são situações extremas. Geralmente, a psicoterapia é suficiente para sanar a impotência.

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Como Saber Mais:
1.Qual a causa mais comum da disfunção erétil masculina?
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2.Existem diferenças entre disfunção eretil e impotência?
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3.Quais os fatores que podem interferir na disfunção erétil de quem tem problemas psicológicos?
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Referências Bibliográficas:
JMR Goulding; Preço CL; Defty CL; CS Hulangamuwa; Bader E.; I. Alves
A British Journal of Dermatology. 2011







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4 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA : DISFUNÇÃO ERÉTIL-


A DISFUNÇÃO ERÉTIL EM PACIENTES COM PSORÍASE TEM PREVALÊNCIA AUMENTADA, É UMA DOENÇA NÃO ATENDIDA NO SEU TODO, COM POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO PRECOCE.


A disfunção erétil masculina é comumente causada pela aterosclerose arterial pélvica, que é um preditor de doenças cardiovasculares futuras. Existe uma associação entre a psoríase emergente, a síndrome metabólica e doença aterosclerótica. 
A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele e ela chega a atingir 1.5% da população mundial, e ela tem um efeito marcadamente deletério, sobre a qualidade de vida do paciente, com comprometimento social e psicológico, também com um impacto físico comparável aos pacientes portadores de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer. Muito poucos dados existem a respeito da influência da psoríase em pacientes relativo ao funcionamento sexual, embora tenha sido demonstrado que este aspecto crucial da vida também pode ser prejudicado, em ambos os sexos. Nós supomos que a disfunção erétil ocorre mais comumente em pacientes com psoríase, pelo menos em parte devido à aterosclerose incipiente, que pode oferecer uma oportunidade para a intervenção precoce. A prevalência e fatores de risco para disfunção erétil nos pacientes com psoríase indicou que o aumento da idade e da hipertensão, mas não um diagnóstico de psoríase, foram fatores de risco independente para disfunção erétil.
Pacientes com doenças de pele foram os primeiros a referir a relação potencial entre a psoríase, a disfunção erétil e a aterosclerose. A avaliação da função sexual deve fazer parte da rotina de cuidados holísticos prestados aos pacientes de dermatologia, tanto os de atendimento ambulatorial, quanto os de consultório particular, e se destaca a necessidade de tê-la, para também se avaliar os fatores de risco cardiovascular em pacientes que tenham a disfunção erétil documentada.


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SAIBA MAIS:
1.Qual a causa mais comum da disfunção erétil masculina?
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2.A psoríase pode interferir no relacionamento sexual?
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3.Quais os fatores que podem interferir na disfunção erétil de quem tem psoríase?
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6 de janeiro de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: DISFUNÇÃO ERÉTIL E FATOR DE RISCO PODE SER EVITADO COM O BENEFICIO DA ATIVIDADE FÍSICA


E O TRATAMENTO CONTRA A OBESIDADE. POUCA QUANTIDADE DE GORDURA MARROM QUE POSSUÍMOS QUE NÃO ENGORDA .


Está comprovada que a inatividade física tem um impacto negativo sobre a função erétil em homens com quadro de Síndrome Metabólica (sobrepeso, obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras, em associação com hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemia (diminuição do bom-colesterol, aumento do mal-colesterol), diabetes mellitus tipo 2). A nível clínico está comprovado que a combinação de duas mudanças no estilo de vida, trás benefícios para a função erétil, por exemplo, por redução dos distúrbios metabólicos (marcadores inflamatórios, diminuição da resistência à insulina), diminuição do tecido adiposo e melhora da função vascular. 
Sabidamente, temos que uma mudança no estilo de vida, trás benefícios significativos para a saúde vascular e função erétil, para uma população que está cada vez mais envelhecida e com mais sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras).

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Como Saber Mais:
1.Quais o problemas que acarretam a Síndrome Metabólica?
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2. A pressão alta pode interferir na ereção?
http://hipertensaoarterial2.blogspot.com/

3. A gordura marrom e a gordura branca quais suas funções no organismo?
http://endocrinologiaclinica.blogspot.com/

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Referências Bibliográficas:
Hannan JL, Maio MT, Komolova M, Adams MA.: Departamento de Farmacologia e Toxicologia, Queen's University, Kingston, Ontário, Canadá;
J Sex Med. 2009 Mar; 6 Suppl 3:254-61.







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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS E TRATAMENTO DE SOBREPESO


(OBESIDADE COM GORDURA INTRA-ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, GORDURA SUBCUTÂNEA E ATÉ A POUCA QUANTIDADE DE GORDURA MARROM QUE POSSUÍMOS QUE NÃO ENGORDA , É MUITO ENERGÉTICA, FAZ PERDER PESO, POR SER MAIS EFICIENTE NA TRANSFORMAÇÃO ENERGÉTICA QUE A GORDURA BRANCA E NA DISFUNÇÃO ERÉTIL.


A disfunção erétil (DE) é uma doença multifatorial, que envolve fatores cardiovasculares, metabólicos e hormonais e chega a afetar mais de 100 milhões de homens em todo o mundo. A disfunção erétil (DE) tem-se demonstrado ser um precursor de doenças cardiovasculares (DCV), pois existem fatores de risco comuns, tais como:
· Envelhecimento;· Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS);
· Sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras);
· Alterações do próprio mecanismo de ereção. 
Aqui, mostramos evidências clínicas dos benefícios das modificações do estilo de vida, como dieta e atividade física, em relação à disfunção erétil (DE). Foram publicadas evidências do impacto do envelhecimento, da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras) na disfunção erétil (DE) e doenças cardiovasculares (DCV), bem como novos dados de pesquisa, que ligam o sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras) à disfunção erétil (DE). Qualquer tipo de problema relacionado a este assunto, procure um médico o mais rápido possível, muitas vezes isso pode ser de total importância para a sua saúde.

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Como Saber Mais:
1.Como ocorre a Disfunção Erétil?
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2. O que é Hipertensão Arterial Sistêmica? 

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3. Os riscos relacionados a uma disfunção não tratada pode acarretar em uma doença mais grave como um infarto?
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Referências Bibliográficas:
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18 de novembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: IMPOTÊNCIA SEXUAL, DISFUNÇÃO ERÉTIL E LIBÍDO -




APESAR DA COMPLEXIDADE DA EREÇÃO PENIANA QUE PODE APRESENTAR A DISFUNÇÃO ERÉTIL IMPOTÊNCIA E "BROCHADA", ESTA DOENÇA QUASE SEMPRE QUANDO CORRIGIDA OU COMPENSADO OS FATORES DESENCADEADORES PODE TER SOLUÇÃO SATISFATÓRIA!


Apesar da complexidade da ereção peniana que pode apresentar a Disfunção Erétil impotência e `brochada`, esta doença quase sempre quando corrigido ou compensado os fatores desencadeadores pode ter solução satisfatória! O sistema de ereção ou rigidez do pênis é um complexo fenômeno neurovascular que não se limita apenas ao fluxo de sangue arterial aumentado ou o relaxamento da musculatura da área nem mesmo do sangue venoso diminuído. Existem outros fatores que se misturam com esses fatores como os problemas psicológicos hormonais neurológicos e os do tubo cavernoso(a esponja que absorve).

De um modo geral o inicio deste mecanismo de ereção ou endurecimento do pênis que começa no sistema nervoso central e se envolve nos aspectos psicogênicos (desejos, fantasias, percepção, olfato, etc) que controla dois sistemas nervosos paralelos de inervação que são`opostos`denominada sistema simpático e parassimpático do pênis, esse sistema é denominado de sistema de ereção psicogênicos.
Os fatores de estimulação originários da sensibilidade sensorial do pênis são extremamente importantes pelas urgência do processo e para tanto ele inicia um estímulo denominado um arco reflexo ou seja um mecanismo  que envolve somente a região próxima do pênis, e não necessariamente tem contato com o cérebro este mecanismo em algumas circunstâncias facilitam a ereção do pênis assim como ajudam a manter a ereção durante o ato sexual, isso nós denominamos de ereção reflexogênica um exemplo de analogia simples para que todos possam entender, este reflexo é semelhante ao jogador de futebol um goleiro que defende a bola por reflexo.
Existe problemas como o estado de flacidez dos músculos (musculatura lisa)que controla o corpo cavernoso(esponja)que é preenchido pelo sangue e leva ao enrijecimento do sangue que esta contraído (tono simpático), permitindo apenas que uma quantidade muito pequena de sangue entre na cavidade do pênis para afins de nutrir qualquer órgão.
Todos os estímulos psíquicos ou físicos dos órgãos genitais ativam o sistema autônomo na medula espinhal(arco reflexo)que irão transmitir impulsos nervosos aos nervos do corpo cavernoso. Este por sua vez promovem a liberação de diversos neurotransmissores que promovem a vasodilatação das artérias da musculatura lisa do corpo cavernoso facilitando o fluxo do sangue para dentro do pênis conforme o sangue penetra do corpo cavernoso comprime uma série de veias dificultando a saída mecânica de dentro do corpo cavernoso portanto mantendo a rigidez. Existe outros músculos da região da pélvis que interferem dando a rigidez final do pênis. Entretanto no nível molecular achamos que existem algumas substância como acetilcolina que é liberada pelo sistema nervoso(parassimpático)haja também no revestimento dos vasos liberando  uma quantidade de neurotransmissores. Nessas condições procure um endocrinologista para regularizar a fisiologia do seu organismo. Atualmente o oxido nítrico talvez seja o mais importante neurotransmissor além de outros como: prostaciclina, e outras substâncias (VIP) que pode interferir neste processo também.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr João Santos Caio Jr
Endocrinologista - Neuroendocrinologista
CRM: 20611

Dra Henriqueta V.Caio
Endocrinologista - Medicina Interna
CRM:28930

Como Saber Mais:
1. Porque a Diabetes interfere com a ereção......como saber mais.
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2. Conheça um pouco mais da doença que leva a impotência
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3. A mulher também tem seus medos e aflições, tenha sempre uma bom diálogo na parte da sexualidade e conheça mais o corpo um do outro. Leia este artigo
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Referências Bibliográficas:
Nat Rev Urol. 2010 Jan; 7 (1) :46-56. Epub 2009 8 de dezembro. Corona G, Maggi M.  Medicina Sexual e Andrologia, Departamento de Fisiopatologia Clínica, Universidade de Florença, Viale Pieraccini 6, 50139 Florença, Itália.








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